quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

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O surto de dengue é coisa de país pobre de terceiro mundo, onde os líderes políticos insistem em apequenar o Brasil, permitindo esses surtos, o Brasil que é um país de grandes dimensões continentais, mas que sofre surtos de doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti - dengue, chikungunya e zika vírus. Como pode ser visto no vídeo, um descaso flagrado por um agente de combate a dengue, mostra que não adianta a conscientização popular se o governo PT, não faz absolutamente nada para ajudar a eliminar essa epidemia que não tem nada a ver com a realidade ao qual o Brasil deveria estar. Mas o que esperar de uma representante como a Dilma inventa um vírus, um ovo que pica, uma doença, um caos…Dois discursos da presidente são um pequeno flagrante da nossa miséria política e intelectual, ao qual estamos fadados a sofrer com o PT.
Vivemos em tempos de múltiplas barbáries — inclusive a do discurso. A presidente Dilma lançou, com 13 anos de atraso — refiro-me ao período em que o PT está no poder —, um programa de combate ao Aedes aegypti, o mosquito que transmite os vírus da dengue e da chikungunya e o Zika vírus, que, tudo indica, está ligado ao surto de casos de microcefalia que se espalha especialmente pelo Nordeste.
Não existe coisa fácil com Dilma Rousseff. Se alguém pedir que ela declame “Batatinha quando nasce”, fiquem certos de que a operação vai se perder em algum abismo da sintaxe. Não duvidem de que ela é capaz de se perder nos desvãos do ritmo, o que lhe dará tempo de fazer uma pausa para refletir em voz alta: “Mas o que é a batatinha?”.
Foi assim que ela já nos premiou com o lirismo da mandioca, que nunca mais será a mesma depois daquela reflexão.

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