quinta-feira, 30 de março de 2017

Preso desde o último dia 20, o ex-secretário e atual vereador do PP, Jamil Ocké, vê sua situação começar a se complicar.
Há poucos momentos foi pedida a sua preventiva e permanecerá como preso comum até o desdobramento final das investigações.
A prisão preventiva é utilizada como um instrumento do juiz em um inquérito policial ou já na ação penal, ou seja, ela é um instrumento processual. Pode ser usada antes da condenação do réu em ação penal ou criminal e até mesmo ser decretada pelo juiz. Em ambos os casos, a prisão deve seguir os requisitos legais para ser aplicada, regulamentados pelo artigo 312 do Código de Processo Penal.
Informações dão conta que existem provas suficientes de formação de quadrilha e Jamil é o grande mentor da organização.

O Jornal do Radialista não sabe informar sobre os demais prisioneiros, mas busca as novas denúncias e cópia da ata desta última decisão interlocutória.
Mais informações a qualquer momento.


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