sexta-feira, 31 de março de 2017



Redação do: Blog do Gusmão


Hoje, no programa Verdade Bem Dita, os radialistas Demmys Dorea e Francisco Seixas (Chicó) entrevistaram o vereador Juarez Barbosa (PMDB). Em pauta, a presença do nome de Juarez numa conversa entre o vereador Jamil Ocké (PP) e o ex-secretário de Desenvolvimento Social Kácio Brandão, presos na Operação Citrus.

Com autorização da Justiça, os investigadores da Operação Citrus interceptaram e gravaram o telefonema realizado no dia 1º de outubro de 2016, um sábado, véspera do primeiro turno das eleições. Segundo o relatório do MP sobre as escutas, nessa conversa Kácio disse a Jamil que a campanha de Juarez teria sessenta mil reais para fazer boca de urna.

No Verdade Bem Dita, Juarez repudiou a informação de Kácio e lembrou que fez campanha contra o grupo político ao qual Jamil pertence. “Não tenho nada a ver com esse grupo e com essas pessoas. Fiz uma campanha humilde, honesta. Os meus santinhos, no último dia, foram feitos com xerox por falta de recursos. A população de Ilhéus me conhece. Sabe da minha honra e do meu trabalho. Eu acredito que a justiça vai ser feita”, afirmou o edil.

O assessor de imprensa da Câmara de Vereadores, Jamesson Araújo, também participou do programa. Para início de conversa, explicou, “não existe nenhuma interceptação telefônica com o nome de Juarez. Existe uma citação do nome dele por terceiro”. Segundo ele, ao lidar com acusações, o profissional da imprensa deve redobrar a atenção para o conteúdo que veicula. “A gente tem que ter cuidado quando divulga certas notícias”.

Segundo o assessor, ao citar as campanhas de outros vereadores para Jamil, inclusive da oposição (como Juarez), Kácio deu “um jeito de aumentar o recurso na mão dele. Como? A campanha tá por baixo, ele quer aumentar a capacidade da campanha dele e então cita a oposição: ‘A oposição está com mais dinheiro’”.

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